Criada em 2006, a Alianza Latina é um projeto de trabalho em rede conduzido pela Associação Brasileira de Câncer do Sangue – ABRALE. Seu objetivo é promover a capacitação, a profissionalização e a cooperação entre associações de pacientes com doenças crônicas não transmissíveis. Atualmente, contamos com mais de 100 membros que atuam em 19 países da América Latina, além de Estados Unidos, Espanha e Portugal, trabalhando continuamente para melhorar a qualidade de vida dos pacientes na região.
Somos estruturados no formato do Campus Alianza Latina, com um Programa de Formação que desenvolve habilidades e competências por meio de diferentes formatos de aprendizagem; com o Programa de Rede e Engajamento de Líderes, que promove a colaboração e reconhece o uso prático de conteúdos educativos; e com a Pesquisa Anual, que obtém um panorama atualizado sobre o perfil das associações — incluindo níveis organizacionais, principais serviços, estrutura e desafios, para orientar aprimoramentos do Campus e apoiar estratégias de atuação em rede, com base em dados do mundo real.
MISSÃO
Promover a capacitação, profissionalização e cooperação entre organizações de apoio ao paciente para melhorar, de forma contínua, a qualidade de vida dos pacientes na América Latina.
VISÃO
Ser o maior interlocutor frente aos órgãos de saúde e governos na América Latina.
Declaração pela Saúde na América Latina
Com o objetivo de unir forças para captar a atenção das autoridades da saúde e demandar melhorias na qualidade de vida e tratamento dos pacientes latino-americanos, a Declaração pela Saúde na América Latina foi criada, sendo uma ferramenta para pressionar os tomadores de decisão de cada país. Ela foi elaborada por especialistas em advocacy e revisada durante o 8° Fórum Alianza Latina pelos líderes das organizações de pacientes e enumera as 10 principais demandas dos pacientes na região:
1. Igualdade de acesso aos serviços da saúde
2. Assistência médica multidisciplinar, integral, gratuita e qualificada
3. O direito do paciente e/ou familiar de participar das decisões sobre seu tratamento
4. Diagnóstico precoce
5. Transparência, vigilância e regulamentação das drogas e medicamentos
6. Maior participação dos pacientes na elaboração de políticas públicas
7. Informação sobre sua doença, tratamento e direitos na área de saúde
8. Um tratamento voltado às necessidades do paciente e seu cuidador
9. Confidencialidade
10. Fomentar a cultura de integração social e profissional