Medicina personalizada en América Latina: universalizar la promesa de la innovación

En el informe “Medicina personalizada en América Latina: universalizar la promesa de la innovación”, la Economist Intelligence Unit describe el estado actual, barreras, facilitadores y áreas de oportunidad para la atención médica personalizada en nueve países: Argentina, Brasil, Chile, Colombia, Costa Rica, Ecuador, México, Perú y Uruguay.

El mayor avance de la medicina personalizada hasta la fecha se encuentra en la oncología y el campo de las enfermedades raras. En la actualidad, una serie de desarrollos están aumentando drásticamente la capacidad de los médicos para comprender los factores específicos que afectan a cada paciente, lo que les permite adoptar planes de prevención y tratamiento mucho más personalizados.

Para acceder al informe completo, haga clic en: 

https://pages.eiu.com/rs/753-RIQ-438/images/SPA%20EIU%20Personalised%20medicine%20AL%20report%20RGB%20Full.pdf

La brecha de género en las enfermedades crónicas

El artículo del períodico El País informa que las mujeres sufren el doble que los hombres con las enfermedades crónicas. El tiempo medio que pasa desde que una enferma crónica tiene los primeros síntomas hasta el momento del diagnóstico es de seis años. En los hombres es la mitad, según el Estudio mujer, discapacidad y enfermedad crónica realizado por la Universidad Complutense de Madrid y la Plataforma de Organizaciones de Pacientes (POP) en 2020.  

Descubra más en el artículo https://elpais.com/sociedad/en-tu-piel/2021-03-08/la-brecha-de-genero-en-las-enfermedades-cronicas.html

 

Encuesta a Pacientes Crónicos en el contexto de COVID-19

La Fundación Colombiana de Leucemia y Linfoma – Funcolombiana presentó su último estudio en donde revela los hallazgos de los principales riesgos, limitaciones y dificultades de acceso a los servicios de salud a los que se han enfrentado los pacientes con cáncer mayores de 18 años y/o sus cuidadores, durante la pandemia del COVID-19.

Para leer más sobre los resultados de la encuesta acceda al enlace: http://www.radiosantafe.com/2020/05/26/pacientes-con-cancer-han-tenido-dificultades-para-acceder-a-servicios-de-salud/?fbclid=IwAR0QDQlTj8jkTRSqb3zjTr1lY5bC9II-uAWlKuKl5lBoVK27hf9JuwKQsC8

Impacto da COVID-19 no tratamento de pessoas com DCNTs na América Latina

Sondagem com pacientes e profissionais de Saúde mostra o impacto da COVID-19 no tratamento de pessoas com DCNTs na América Latina

Uma sondagem online realizada pela Rede Alianza Latina traz um retrato do impacto da pandemia de COVID-19 no tratamento de pacientes com algum tipo de doença crônica ou grave (câncer, doenças raras ou doenças crônicas não transmissíveis). A amostra compreende respostas de 865 pacientes de 17 países e de 151 profissionais de Saúde de 14 nações latino-americanas. Os dados foram apresentados durante o “15º Fórum Alianza Latina – Melhores Práticas para o 3º Setor de Saúde”, este ano em um formato digital, realizado de 1 a 3 de dezembro.

Segundo a pesquisa, 26% dos pacientes disseram que tiveram o tratamento afetado durante a pandemia. Já entre os profissionais, 64% informaram que houve mudanças, principalmente com o novo agendamento de consultas. O levantamento também mostra que 28% dos pacientes não fizeram exames de seguimento e que 81% tiveram cirurgias canceladas.

“A COVID-19 trouxe importante impacto na Saúde do Brasil. Mas, também queríamos entender como a pandemia vinha afetando o tratamento do câncer e demais doenças crônicas não transmissíveis em toda a América Latina. E os resultados da pesquisa que fizemos nos diferentes países deixou claro que, infelizmente, grande parte dos pacientes latino-americanos teve seus exames, consultas e protocolos terapêuticos alterados e até mesmo cancelados”, ressalta Merula Steagall, presidente da Abrale – Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia, e líder da Rede Alianza Latina.

“Sem sombra de dúvidas isso é um complicador não somente para agora, mas também para o futuro, devido aos novos diagnósticos represados. Juntamente com as organizações que são parte da rede Alianza Latina, trabalharemos para buscar soluções que possam minimizar tais efeitos”, afirma Merula.

 

A sondagem aponta, ainda, que 79% dos pacientes não realizaram testes para COVID-19. Entre os profissionais de saúde, 60% disseram que os pacientes foram testados. Apenas 30% dos profissionais de saúde disseram que receberam apoio psicológico durante a pandemia.

Entre os profissionais de Saúde, 89% afirmam que há protocolos de atendimento aos pacientes com COVID-19 nos locais em que atendem. Sobre as teleconsultas, 32% dos pacientes utilizaram o mecanismo, que foi oferecido por 72% dos médicos ouvidos.

A Alianza Latina é um projeto de trabalho em rede conduzido pela ABRALE (Associação Brasileira de Linfoma e Leucemia) que busca proporcionar a seus membros um espaço de debate e aprendizado contínuo para associações de apoio ao paciente da América Latina, que compartilhem ideais e missões similares, possam dialogar e juntas mudarem o cenário da saúde no continente.

 

Criada em 2006, atualmente a rede é composta por mais de 100 associações membros que operam em 20 países (17 deles na América Latina), Estados Unidos, Espanha e Portugal. A missão da ABRALE com a Alianza Latina é promover a capacitação, profissionalização e cooperação entre organizações de apoio ao paciente para melhorar, de forma contínua, a qualidade de vida dos pacientes na América Latina.

Fonte: Agência O Globo 

Emergencia Humanitaria Compleja en Venezuela

El reporte nacional preparado por Organizaciones no Gubernamentales de Venezuela denuncia la emergencia humanitaria compleja que el país atraviesa. El informe revela que 300 mil personas Trasplantadas, con Hemofilia, Cáncer, Parkinson, Esclerosis, y otras personas con condiciones crónicas graves, fueron privadas de medicamentos desde 2016.

140.000 personas con cáncer y más de 300.000 con condiciones cardíacas severas han visto reducidas sus posibilidades de sobrevivir por ausencia de diagnóstico, tratamiento y cirugía.

Al menos 60% de la asistencia médica disponible en 2011 se perdió entre 2012 y 2017; prestada por servicios de salud públicos a 82% de la población usuaria.

El riesgo de fallecer en un hospital público es bastante alto, causando extrema vulnerabilidad a las personas por la precariedad de las condiciones de atención. 

Para leer el informe completo, haga un clic en: LINK

14º Foro Alianza Latina


  • 14º Fórum Alianza Latina – Melhores Práticas para o 3° Setor da Saúde - 12 e 13 de novembro

    Vea

Red Alianza Latina

  • Misión

    Promover la capacitación, profesionalización y cooperación entre organizaciones de apoyo a pacientes, para mejorar de forma continua la calidad de vida de los pacientes en Latinoamérica.

  • Visión

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